Recuperação Judicial evita que Usinas avancem para processo de falência

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Recuperação Judicial evita que Usinas avancem para processo de falência

A Recuperação Judicial tem contribuído com as usinas de etanol e açúcar evitando que as dificuldades enfrentadas não avancem para o processo de falência e que consigam manter suas atividades. 

Ainda que o setor sucroenergético esteja atravessando uma renovação tecnológica, ele também passa por uma transição administrativa e até jurídica. 

O processo de Recuperação Judicial tem se tornado mais comum e ganha em agilidade devido a avanços e certo amadurecimento do próprio segmento. No entanto, a negociação é complexa, envolvendo mais do que débitos, créditos e prazos. Justamente por isso, é importante que haja transparência e seriedade, e quem vai além disso consegue obter melhores resultados. 

A Usina São João, localizada em Araras (SP), se enquadra neste caso, estando em fase de cumprimento do Plano de Recuperação Judicial, negociou R$ 2,2 bilhões de uma dívida de R$ 2,5 bilhões. O plano teve uma aprovação ágil, em torno de seis meses. 

Interessados em solucionar a situação, a negociação com os principais credores iniciou antes do pedido de recuperação. “É importante passar ao mercado o posicionamento de que mesmo a empresa estando em crise pode se recuperar e, se for bem administrada, pode avançar novamente”, afirmou o advogado.

De acordo com ele, outro fato que contribuiu foi que a Usina São João pode oferecer uma moeda de troca vantajosa, a metade de uma joint venture com a Cargill. A empresa está em operação e obteve lucro contábil durante o ano safra 2020/21. 

Para Oreste Laspro, sócio-fundador da Laspro Consultores Ltda. e administrador jurídico desta recuperação, uma das prioridades é proteger o mercado, já que os impactos negativos da falência de uma usina atingem várias direções, como por exemplo, trabalhadores e agricultores. 

Fonte: IstoÉ

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